Bia Krieger – Nocturno
Cronópios

1. That Home
2. Familiar Ground
3. Ma Fleur
4. Music Box
5. Time and Space
6. Prelude
7. As The Stars Fall
8. Into You
9. Breath
10. To Build A Home
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Mas o que é esse raio de Uakti? Ora, está na cara que é uma palavra do idioma do índios Tukano do Alto do Rio Negro. Uakti é um herói, reza a lenda que ele violava e pervertia mulheres, por isso foi capturado. Era um monstro de formas humanas, horrendo e tendo o corpo aberto e buracos. O vento ao atravessar-lhe o corpo produzia sons soturnos e lúgubres. Uakti foi morto e sepultado.
É interessante pensar a música não pensando, é mágico entregar-se às sensações desencadeadas pelos sons, imagine o vento raspando nas suas roupas longas, em frente ao mar, onde você não saiba precisar sombras e objetos, e sua imaginação ganha asas na noite escura. Após a experiência partimos numa longa viagem assoprando, percutindo, vibrando cordas, o diabo! Ao encontro da música. Não se sabe qual é o rumo, apenas criamos instrumentos e temos um corpo como principal.

2. Dança da chuva
5. Uakti
6. Planeta Terra
Crack é mais uma das bandas que lançaram apenas um álbum na década de 70, em plena ploriferação e ascenção do progressivo na Europa.
O Álbum “Si Todo Hiciera Crack“, pode ser definido como um dos mais representativos do progressivo Espanhol.
O álbum é formado por 7 músicas que trazem lindas melodias, lindas letras e um clima característico espanhol muito presente.
As linhas de piano e sintetizador (moog), teclados e flautas (ou seja tudo, hehe), são simplesmente maravilhosas! Todos os músicos trabalham num conjunto perfeito.
O ponto alto do álbum se faz, na minha opinião, na faixa “Amantes de la irrealidad“, simplesmente magnífica, uma das melhores composições do progressivo dos anos 70.

1. Descenso en el Mahellstrong
2. Amantes de le Irrealidad
3. Cobarde O Desertor
4. Buenos Deseos
5. Marchanda Una del Cid (Pt. 1 e 2)
6. Si Todo Hiciera Crack
7. Epillogo
Porta Curtas
Porta Curtas Petrobras é um projeto muito bom (do tipo que não se vê com frequência no hemisfério sul), de exibição de curtas nacionais, gratuitamente, que funciona! Possui um enorme acervo de 558 curtas a serem assistidos (gratuitamente), e 4256 a serem pesquisados.
Eu sei que isso parece balela, lorota, conversa…mas a veracidade deste post pode ser provada com um click sobre o gif.
P’ra começar, vou tentar postar um álbum, de um estadunidense (isto não se tornará um hábito).
Steve Von Till foi professor de uma escola primária (segundo o Wikipédia), e é atualmente guitarrista e vocalista na banda de progressive sludge metal, Neurosis. Este é um dos seus dois álbuns solo conhecidos por mim: If I Should Fall to the Field, de 2002.
O som é algo como uma desluzida manhã de sábado no texas (tem até banjo em umas músicas), mas, abandonando os estereótipos e as piadinhas, não tem absolutamente nada a ver com Neurosis, nem com metal nenhum, trata-se de um álbum calmo; bem arranjado, apesar de exalar simplicidade em tudo; comovente e instropectivo. E toda essa atmosfera “contrastando” com uma voz (que eu não poderia deixar de citar), rouca e mutio grave, forte, grave e profunda (além de muito grave), sua marca registrada.

Steve Von Till – If I Should Fall to the Field
1. Breath
2. To The Field
3. My Work Is Done
4. Hallowed Ground
5. This River
6. Running Dry
7. The Wild Hunt
8. Am I Born To Die
9. Dawn
10. The Harpy



